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24 de julho de 2013

Não me atire pedras. . . vc não sabe como cheguei até aqui.

Quando me atiram pedras, me esforço para recolhê-las. Primeiro porque não quero tropeçar nelas no meio do caminho e depois, porque não quero atirá-as de volta pois não tenho afeição à guerra, à revanche ou à vingança. Eu também quero olhar para cada pedra e entender onde errei, se machuquei ou se falhei com alguém ou em alguma coisa que fiz. Depois as coloco como decoração ao lado do caminho da vida. Indo e vindo, olhando para elas, me lembro que é mais fácil atirar pedras do que recolhê-las. E reconheço uma coisa: eu preciso ser humilde e firme como as pedras, afinal de contas, elas são jogadas para lá e para cá, mas permanecem firmes e se tornam alicerces de estradas e construções. Mas o mais importante nesse aprendizado é saber que eu não posso e nem quero ser uma pedra de tropeço no caminho de ninguém, mas que posso ajudar quem está do meu lado a recolher as suas próprias pedras ao invés de incentivá-los a jogar em outros ou devolvê-las a quem jogou neles. (adaptei do texto do Pe Roger Araujo)
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